Blog Melhor Compra – O melhor conteúdo para sua farmácia.

MERCADO DE CUIDADOS PESSOAIS DEVE CRESCER 6,8% EM 2026 E ABRE OPORTUNIDADES PARA O VAREJO FARMACÊUTICO
Mercado de cuidados pessoais deve crescer 6,8% em 2026 e abre oportunidades para o varejo farmacêutico

O mercado brasileiro de cuidados pessoais, higiene e beleza deve movimentar R$ 258,8 bilhões em 2026, segundo levantamento da IPC Maps. A projeção representa um crescimento de 6,8% em relação ao ano anterior e reforça a relevância da categoria para proprietários e gestores de farmácias.

O levantamento reúne os gastos das famílias com produtos como perfumes, cremes, bronzeadores, maquiagens, sabonetes, desodorantes, papel higiênico e absorventes, além de itens destinados aos cuidados com cabelo, pele, boca e unhas.

Para o varejo farmacêutico, acompanhar esse movimento é especialmente importante, já que produtos de higiene, beleza e cuidados pessoais ocupam um espaço cada vez mais relevante no mix das farmácias.

Classe C concentra parcela importante do consumo

A distribuição dos gastos varia entre as diferentes faixas de renda. A classe A apresenta crescimento de 17,2% nas despesas com a categoria, alcançando R$ 22,19 bilhões.

Na classe C, o orçamento destinado a higiene e beleza cresce 14,5%, com movimentação estimada em R$ 117,36 bilhões. A classe deve responder por aproximadamente 36,9% de todo o valor desembolsado com a categoria no país em 2026.

Já as classes D e E registram avanço de 3,1%, totalizando R$ 37,21 bilhões.

Em sentido contrário, a classe B apresenta retração de 3,2% nos gastos com higiene e beleza, encerrando o ano com estimativa de R$ 82 bilhões.

Para as farmácias, esses números ajudam a compreender o comportamento de consumo de diferentes públicos e podem contribuir para decisões relacionadas ao mix de produtos e ao posicionamento das categorias no ponto de venda.

São Paulo concentra maior volume de gastos

Entre os estados brasileiros, São Paulo lidera o ranking de despesas com a categoria, somando R$ 66,6 bilhões.

Na sequência aparecem Minas Gerais, com R$ 24,9 bilhões; Rio de Janeiro, com R$ 17,7 bilhões; Rio Grande do Sul, com R$ 15 bilhões; e Bahia, com R$ 14,8 bilhões.

São Paulo concentra, portanto, uma parcela superior a 25% das despesas nacionais relacionadas à categoria.

Número de pontos de venda cresce 8,52%

O avanço do consumo ocorre paralelamente à expansão da rede varejista. O número de estabelecimentos voltados à comercialização de cosméticos, artigos médicos e produtos ópticos cresceu 8,52%.

A quantidade de pontos de venda passou de 312.439 em 2025 para 339.050 em 2026, representando a abertura de aproximadamente 26 mil novos PDVs.

O aumento da quantidade de estabelecimentos também reforça um cenário de maior concorrência, tornando ainda mais importante para as farmácias acompanharem as mudanças de consumo e as categorias que apresentam maior potencial de crescimento.

Cuidados pessoais ganham espaço nas farmácias

O varejo farmacêutico também amplia sua participação como canal de conveniência para consumidores de produtos de cuidados pessoais.

Nos 12 meses encerrados em maio, a categoria representou 6,5% dos valores movimentados e 11% do volume de unidades comercializadas no varejo farmacêutico.

Considerando apenas produtos não medicamentosos, a participação chegou a 21,6% em valores e 28,3% em unidades, demonstrando a importância desses itens dentro das vendas realizadas pelas farmácias.

Nesse período, os produtos de cuidados pessoais registraram crescimento de 8,4%, acima da alta de 7,3% dos medicamentos isentos de prescrição e de 7,9% do mercado como um todo.

A importância das redes associativistas para farmácias independentes

Diante de um mercado em expansão, mas também mais competitivo, as farmácias independentes enfrentam o desafio de ganhar escala, negociar melhor com a indústria e manter competitividade frente às grandes redes.

Nesse cenário, estar inserido em uma rede associativista forte se torna um diferencial estratégico. Essas redes permitem que farmácias independentes tenham acesso a melhores condições comerciais, maior poder de negociação, apoio em gestão e marketing, além de inteligência de mercado para tomada de decisão.

Mais do que isso, a atuação em rede contribui diretamente para o aumento da rentabilidade, já que possibilita melhores margens, padronização de estratégias e fortalecimento do posicionamento da farmácia no mercado local.

Para proprietários e gestores, integrar uma rede associativista sólida pode ser um fator decisivo para transformar o crescimento da categoria de cuidados pessoais em mais competitividade e maior lucratividade no dia a dia da operação.

mercado de cuidados pessoais, cuidados pessoais 2026, mercado de higiene e beleza, crescimento do mercado de cuidados pessoais, varejo farmacêutico, mercado farmacêutico, farmácias, oportunidades para farmácias, higiene e beleza nas farmácias, perfumaria em farmácias, dermocosméticos, cosméticos em farmácias, mercado de beleza 2026, tendências do varejo farmacêutico, crescimento do varejo farmacêutico, mercado de higiene pessoal, produtos de cuidados pessoais, consumo de higiene e beleza, setor de beleza no Brasil, mercado de cosméticos no Brasil, tendências de consumo 2026, oportunidades no varejo, gestão de farmácias, mix de produtos para farmácia, rentabilidade em farmácias, categorias de alto crescimento, saúde e beleza, autocuidado, mercado de autocuidado, vendas em farmácias, crescimento de 6, 8%, mercado brasileiro de cuidados pessoais, tendências para farmácias, estratégias para farmácias, inovação no varejo farmacêutico, comportamento do consumidor, consumo de cosméticos, higiene pessoal e beleza, farmácia e beleza.